27 de jul de 2017

Da série "Curiosidades Inúteis (e totalmente irrelevantes para o destino da República): O QUE FAZ UM SÓSIA DE CANTINFLAS NA FOTO DA MORTE DE ZAPATA?


Razoável fisionomista, pelo menos até começar a usar óculos, e tentado a me aventurar pelo sensacionalismo, uma das armas prediletas do campo adversário - vide Ferraris banhadas a ouro, versões que afirmam que Hitler era comunista, o denunciado reaparecimento de Dona Maria Letícia, viva, em outros países, etc, etc, etc - deparei-me com uma coincidência non sense, ao pesquisar uma  foto de Emiliano Zapata para ilustrar uma nota (abaixo) sobre o mais recente - e não menos surreal, considerando-se a situação do país -  aumento de salários da Procuradoria-Geral da República.

Ao ver uma foto famosa do  cadáver de Zapata, cercado por  "papagaios de pirata", tirada, premonitoriamente, na mesma pose infame e ostentatória  adotada pelo grupo que matou Guevara, na Bolívia, 48 anos depois, nela reconheci um rosto familiar, que identifiquei quase que imediatamente como o de Cantinflas, o comediante mexicano - que em algumas fotografias também lembra, curiosamente, "El Che" - Mario Moreno, figura popular nos cinemas nas décadas de 1950 e 1960.

Zapata morreu em 1919, quando Cantinflas tinha 8 anos, e, logo, foi contemporâneo do pai do comediante, Pedro Moreno Esquivel, que, no entanto, era carteiro, e talvez não tenha participado como soldado da prolongada guerra civil que a história terminaria registrando como Revolução Mexicana.

Procurei, em vão, no Google, pela identificação completa dos homens que cercaram o seu cadáver.

Como os amigos podem ver, existe, entre os dois, forte semelhança.

Será que o homem desconhecido, olhando diretamente para a câmera, por trás do corpo do líder guerrilheiro mexicano, era um parente, próximo ou distante, do célebre - e conservador, politicamente - humorista  - que fez o mordomo Passepartout no filme "A Volta ao Mundo em Oitenta Dias" - nascido em um país e em uma época - segundo consta, o pai de Cantinflas teve, apenas com su "señora", María de la Soledad Reyes Guízar, 14 filhos - em que as famílias primavam pelo grande número de seus integrantes?

Um comentário:

Anônimo disse...

Provavelmente o indizivel veio nos mostrar a banalidade de todo mal, o sorriso bufao de Deus quando cessa a compreensao humana. Oremos para que Ele saiba o que faz.