13 de ago de 2014

DANÇANDO COM O FINANCIAL TIMES


 
(Do Blog) - Parece que Ygal Palmor, aquele do “desproporcional é 7 x 1” anda fazendo escola lá pelos lados da terra da Rainha, na hora de criar “divertidas” comparações sobre o Brasil.

Talvez inspirados pelo fato de termos sido chamados de “anões diplomáticos” pelo porta-voz israelense – cujo governo acaba, por isso mesmo, de pedir desculpas ao nosso – o ingleses do Financial Times compararam o crescimento econômico do Brasil à “dança da cordinha”, na qual, a cada volta, o participante tem que descer cada vez mais baixo.

Compreende-se a preocupação inglesa.

Em termos históricos, de 2002 a 2014, enquanto a Inglaterra passava por baixo da corda, o Brasil pulava por cima, avançando, em apenas 12 anos, da décima quarta posição, para lutar, justamente com a Grã Bretanha, pela posto de sexta maior economia do mundo por PIB nominal.

Mesmo no ano passado, se quisessem dançar com o Brasil a “dança da cordinha”, os ingleses teriam, praticamente, que se contorcer bem mais perto do chão, já que o seu PIB foi de 1.8% e o nosso, de 2.5%.

No mundo das previsões, desde a época do Oráculo de Delfos, cada um acredita no que quer.

Os ingleses escreveram sua matéria com base nas informações dos “analistas” do Boletim Focus, que raramente acertaram suas previsões nos últimos anos.

Já na opinião do FMI – em quem, nem por causa disso, se deve confiar - em 2020 o Brasil será a quinta economia do mundo, e a Inglaterra, a oitava. E em 2030, a Inglaterra, será a décima, e o Brasil ocupará o quinto lugar, entre as maiores economias do planeta.

 

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